sábado, 20 de março de 2010

alicerce de um castelo qualquer

Hoje apetece-me estar em silêncio...
Apetece-me ir a um lugar onde já não vou há algum tempo... ao interior de mim.
Admito, é dificil e nem sempre consigo fazê-lo, ter a força e coragem suficientes para seguir nessa viagen rumo a um lugar que deseja ardentemente ser descoberto.


Hoje apetece-me estar em silencio...
Apetece-me ouvir os sentidos que completam os sentimentos que estão a encoberto. Ver-me por dentro e não ter receio de mostrar o amor que me compõe; a vontade que trago na sacola diariamente com o desejo temente de ser alicerce de um castelo qualquer.

Hoje apetece-me estar em silêncio...
Apetece-me desprender os gritos que dormem inquetos, calados silenciando as revoltas que me atormentam o espirito.
Hoje apetece-me ficar em silêncio...

quinta-feira, 18 de março de 2010

20








E se alguma vez estive de Parabéns devo-o a todos vós, pois existem na minha vida e caminham comigo diariamente.

Obrigada! pelas vossas manifestações de carinho e amizade. :)




Devia ter uns 2 nos, foi o mais antigo que consegui. Não diferi muito, acreditem. :) >

sábado, 13 de março de 2010

cultivos


É final de tarde,
o sol penetra por entre
as frechas da velha janela,
enquanto o relógio de pêndulo
passa pela V posição;
o camponês leva nas mãos
a fragância da terra
semeada, desde a aurora
e nas costas o peso da enxada,
mas no peito
o cultivado calor
de um Amor crescente.

segunda-feira, 8 de março de 2010

Lembrança



Os sentidos negam-me a vontade
Da busca
De um brilho que falta me faz.
A Saudade de um Amor que ficou submerso
Corrói o que resta de um coração lânguido.
O fundo do mar não é intocável;
É provocador, convida à sua imensidão.
Mergulho. E acho o procurado:
A estrela que penduro no peito
E ouso mostrar a toda a gente.
Só tu não vês.

sábado, 20 de fevereiro de 2010

fala-me de ti

Fala-me de ti... dos teus segredos, dos teus medos, dos teus anseios e dos teus sonhos.
Fala-me de ti... como se existissemos apenas nós dois no mundo.
Fala-me de ti... do teu coração, da tua fé e da tua vida.
Fala-me de ti... como se contasses uma história que completas, todos os dias, com pedaços de ti.
Fala-me de ti... das (in)diferenças que combates, das guerras que travas, das vitórias que alcanças e das vezes em que te levantas nas derrotas.
Fala-me de ti... das palavras que gritas em silêncio, das lágrimas que te escorrem pelo rosto e do sorriso que sentes no peito.
Fala-me de ti... como se fosse a primeira e última vez que tivesses a chance de o fazer.
E, por fim, fala-me de ti... para que eu não sinta mais esta dor que tem o nome de saudade.

sábado, 6 de fevereiro de 2010

Não adies o Amor!

Caminhei sob o luar,
Entre lembranças a pairar
No horizonte frio da noite
Tingida, oprimida, inquietante.
Não adies o grito que trazes no peito
Que sufoca, cega, estremece
Nem o calor do teu abraço
Que envolve, protege, sacia;
A aurora já não tarda…
Não adies o Amor!

terça-feira, 2 de fevereiro de 2010

caixa de segredos


Um eu, um tu,
Um nós,
Um, apenas.
E somos tantos,
No meio da multidão que já não vemos.
Esplendorosa união essa
Que dá forma ao vazio
Do nosso corpo,
Como a música preenche o silêncio,
Quando abrimos a nossa
Caixa de segredos.