Foto tirada por Travassô - Águeda, num Verão refrescante.
Fechei o dia de ontem já hoje. O meu, dizem. E lembro-me de, antes de adormecer, agradecer - a essa Divindade em que Acredito - a mãe, os pais que tenho, por respirar e poder sentir a minha pele absorver esta quentura do Sol e contemplar um céu azul que hoje me veio presentear, pela surpresa no jardim às doze badaladas (Afinal, o sino sempre toca!), pelas bonitas amizades que vou construindo, na minha nova morada, e aos velhos, mas de e para sempre, Amigos que me aceitam no seu intimo tal como Sou. Obrigada a todos vocês que têm a memória no coração (e no facebook ;) ).
Ah, deixa-me gostar de ti para lá do meu coração onde tu e eu somos mais do que nós dois Deixa-me ser, estar, viver para ti não me digas nunca não Ah, como eu te desejo como espero que me aconchegues no teu colo e me nutras na volta infindável de um terno beijo
a montanha, o mar e a brisa feita véu Sinto quente, frio, gelado inóspito sabor salgado, agre e doce Ouço o canto, o murmúrio e a aflição feita vôo avesso ao bater do coração Hoje sinto tudo para lá de qualquer sentido ou sensação
o teu olhar mente cada vez que te vejo é a mim que vês e foges para uma cidade deserta num país sem nome és a história da minha ilusão uma equação matemática uma expressão elevada ao infinito um poema que enaltece o sentido de uma dor qualquer